Minha saga ao ler Neuromancer

Comentei tem um tempão que comprei Neuromancer de Willian Gibson.

… Mas o problema foi que naquela época eu comecei a ler assim, despretenciosamente. Não sei quanto tempo eu li do coitado, mas sei que não foi assíduo. Fato é que entraram umas leituras na frente e eu acabei esquecendo o filhote na estante. (Que fica bem na altura dos olhos ao acordar E dormir).

Daí quando eu o peguei para continuá-lo, li por um pedaço e já nada mais fazia sentido. Que diabos ele queria dizer com “Flipar”? Ou quem era Marcus Garvey? Nada mais eu me lembrava. Mas teimosa que só, segui ainda por um tempo até chegar a menos de cem páginas do final. Conclusão? Larguei de novo.

Então, imponto a necessidade de terminá-lo, ontem eu me obriguei a pegá-lo e só largá-lo quando visse o final dele. E hoje isso aconteceu. (Êêêêêê!!) […]

Deus abençoe aqueles que morrerão de fome por comprar livros demais – PARTE 1

Falei de Satã no último, achei justo equilibrar.

Nessa última compra só não deixei as carça nas livraria pois eles não aceitaram.

Mãe, tá aqui o motivo da minha falência

[…]

Digam a Satã que o Recado foi Entendido

Diga a Satã eu peguei para ler ontem e foi assim, bem rápido. Tem umas pitadas de humor aqui, tem outras aqui e tal tal tal, mas nada que se diga “Senhor! Preciso Reler isso com o máximo de urgência”. Como leitores são leitores e as críticas são de um todo pessoal, não pretendo ficar aqui falando da narrativa usada, dos fluxos de pensamento e tal e coisa, da estrutura do romance, do tempo na narrativa e etecéteras.

…Mas, contudo, todavia, não pude deixar de notar que o livro é todo em primeira pessoa, mas essa pessoa nunca é a mesma. A cada capítulo vai mudando a personagem. Magnus Factor, um imigrante que decide ficar em Dublin depois de se apaixonar por uma Eslovena parecer ser a personagem principal. Digo que parece pois ele começa e finda o livro. No meio, sendo ele um “empresário” do ramo do turismo junto de um amigo Barry e mais dois imigrantes, esses personagens todos vão se contando e contando a história. […]