Melhores Apps Para escritores

Sim! Pois Escritores querem saber aqueles apps mágicos que ajudam na hora do vamo vê. Problema é que aquela editor de texto de 2007 velho de guerra ainda ganha na escolha. (Mesmo que ele trave, apague nosso arquivo precioso, salve uma versão antiga e lerdeia depois das 100+ páginas. É amigo. Essas coisas são de matar).

… Mas, com essa onda de tablet/celular/computador, nós saímos ganhando numas coisas. Perdemos outras, por certo. Mas ganhamos. Uma delas é a portabilidade. Escrever de pijamas em casa, de saias na rua, sentado no chão da sala e no assento do metrô. Onde bater uma boa ideia vai ser a hora de escrever. Sem mais aquela desculpinha maldita de que “Não dá”.

Editores de Texto:

iAWriter – MacOS

Clean, fonte como de máquina de escrever, uma opção de Focus que deixa ativa apenas a frase que você redige enquanto as outras ficam mais claras, te forçando a focar no que você escreve. Você pensa que é bobo, mas ajuda, na hora que você começa a escrever como gente grande.

Sem firulas, cru e rápido. Não demora para colocar a letra na tela. Tem quase nenhuma edição de texto – até dá para colocar itálico, negrito e tudo o mais, fazer listas e tal e coisa, mas esse não é o intuito. Para quem quer sentar o rabo e digitar, esse, em minha opinião, é o que há.

Além disso, para quem tem o combo Mac-Ipad-Iphone, com o Icloud, comece sua maratona em um dos três e vá terminar noutro. Sem o menor problema. Não que dê pra escrever capítulos ou contos inteiros na telinha do Iphone, mas por que não? Pessoas são pessoas. […]

Fahrenheit 451 – Ray Bradbury

Dizer que eu tenho colhão (metafórico) para resenhar livros é sacanagem. Eu não faço isso, tampouco pretendo. O que faço aqui é aquela picaretagem malemolente de dizer o que me agrada e o que não me agrada na obra. Estando de férias, estou fazendo umas leituras que estão me esperando tem um tempo. Caso clínico é Fahrenheit.

Fiquei sabendo da existência desse por meio de outros livros que até já resenhei (daquele jeito). E quando comprei fui arrastando. Sempre tem aquele livro que passa na frente. Hoje foi dia dele.

Se trata de uma distopia sobre um futuro em que as ciências humanas de nada valem. Pegue uma obra importante, faça um resumo, esmiúce, mastigue, facilite para as crianças. Depois, faça-o novamente. Até não sobrar nada. E então o que se tem? Do resumo do resumo do resumo? (Não minta que você leu a todas as obras que as professoras do colégio lhe mandaram ler) Que importância tem a obra original, se o resumo desta já existe? Tudo o que se tem para saber sobre tal obra e tal autor já foi facilitado para que qualquer jumento com educação básica consiga entender. Começa a queima dos livros. A caça às bruxas leitoras. Aos feiticeiros de naquim. […]

Com amor, o Teclado

Sobre Métodos de Criação de Romances

Eu fico vendo pessoas no Facebook – Estudantes, sua maioria – que fazem questão de mostrar a quantas andam seus romances. Que mais um capítulo fora concluído, mais um personagem está morto. Seus beta readers, quantas palavras eu devo escrever para que um agente literário leia meus manuscritos, como eu devo me portar Online, se Leia mais sobreSobre Métodos de Criação de Romances[…]