Isaac Asimov – Um fodão

Todo mundo conhece. Mas ninguém sabe que conhece. Me pague 5 reais se você disser um “AHHHHH” depois desse vídeo:

Isaac Asimov foi um Russo criado nos Estados Unidos, um Bioquímico com PhD que não contente, se meteu a escrever ficção científica. Segundo o próprio, começou a escrever sobre Robôs [Cultura Inútil: Robô em Checo quer dizer “trabalho compulsório], pois estava cansado das historinhas com fundo moral de que Robôs são coisas perigosas e com isso não podemos mexer com tal tecnologia. Ele, homem que viveu para o conhecimento, acredita que se há um tema perigoso porém importante e pouco conhecida, a saída não é a ignorância, mas pelo contrário – Quanto mais soubéssemos de um tema, menos riscos sofreríamos.

Com isso, depois de duas semanas escrevendo um conto, em 10 de maio de 1939 lança “Robbie”, a história de uma babá Robô amada pela criança, mas temida pela mãe. E foi daí que não parou mais. Seu trabalho mais conhecido é a Trilogia Fundação, trazida para o Brasil recentemente, que trata de um Império Galático e seu Domínio Enciclopédico. Mesmo que se chame trilogia, não podemos chamar por três livros somente, coisa que embora seja assim que está vendendo no Brasil, há dois livros antes de começar a Série (Prelúdio da Fundação, Origem da Fundação) e dois depois (Limites da Fundação e Fundação e Terra).

Publicações por Ano
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O que eu li do homem até este momento, afirmo que não é aquela coisa chata, de leitura que empaca e que não sai. É fluído. Agora nas férias, tirando o videogame e a praia, lê-lo é uma das coisas que tem que estar na To-do list. Diferente de Willian Gibson que veio depois, Asimov trata da tecnologia e a política, o como o mundo se comporta frente ao quase ou totalmente desconhecido. Toda aquela primeira ojeriza (tô gastando) da humanidade pelas latas. Enquanto Gibson trata do particular, Asimov trata do Universal.

Eu encararia como distopias. A relação homem-máquina em tempos em que homens e máquinas não se dão bem. Engraçado é que, se você for ler ou já tenha lido, sinta-se livre para concordar ou não comigo, aparecem sempre como coitadinhos da burrice humana. Como se eles, como não sentem e pensam lógica e linearmente, não fossem capazes de ser uma Robô linda mas ordinária como em Exterminador do Futuro III.

Segue um Vídeo de como Asimov vê a internet em 1988. E o como ele estava certo:

Para quem quiser mais: http://www.asimovonline.com/

Em breve eu faço uma resenha sobre As Cavernas de Aço. Para caso você queira voltar 😉